OBRAS OBRIGATÓRIAS VESTIBULAR PAES - UEMA 2026

As obras literárias obrigatórias do PAES UEMA 2026 são: "Cantos à beira mar" de Maria Firmina dos Reis, "As meninas" de Lígia Fagundes Telles e "Entre a espada e a rosa" de Marina Colasanti, conforme divulgado pela universidade em abril de 2025. As obras são: 

"Cantos à beira mar"de Maria Firmina dos Reis

"As meninas"de Lígia Fagundes Telles

"Entre a espada e a rosa"de Marina Colasanti

É importante que os candidatos estudem essas obras para se prepararem para as questões do vestibular, que avaliarão a compreensão e a análise crítica dos textos, de acordo com o estilo da UEMA. 


"Cantos à beira mar"de Maria Firmina dos Reis

Maria Firmina dos Reis, apesar de ter seu nome relacionado, atualmente, às produções abolicionistas, como o romance Úrsula, publicado originalmente em 1859, ou o conto A escrava, de 1887, participou ativamente da imprensa maranhense durante cerca de cinquenta anos, entre 1859 e 1908, período em que publicou poesias e contos em diversos periódicos da província, bem como construiu teias de relações que, possivelmente, possibilitaram a publicação de suas obras e sua participação no meio literário.

Cantos à beira-mar, publicado originalmente em 1871, é dedicado à memória da mãe de Maria Firmina dos Reis e conta com cinquenta e seis poesias, das quais o próprio título da obra indica os caminhos percorridos em muitas delas, como não poderia ser diferente. Sendo Guimarães uma cidade litorânea, onde Maria Firmina dos Reis passou grande parte de sua vida, o mar e a praia são presenças marcantes nas poesias, esta última transformada em lugar de beleza, meditação ou melancolia, como pode ser verificado nos poemas “Uma Tarde no Cumã”, “Nas Praias do Cumã” (p. 127). “Cismar” (p. 118), “Itaculumim” (p. 119), “Meditação” (p. 125), “Melancolia” (p. 61), entre outros, nos quais o ambiente da praia, por vezes, aparece como o lugar propício para a reflexão em torno dos próprios sentimentos e anseios.

A desesperança com a vida, o sofrimento, o desejo da morte, os amores não correspondidos, entre outros temas semelhantes, aparecem em outros poemas. Em parte, isso pode ser fruto do próprio movimento literário romântico em vigência no Brasil, o qual Maria Firmina dos Reis observou temáticas, regras de composição e estilo, presentes tanto em sua produção poética quanto em prosa. Assim, não se pode desvincular a obra da escritora do seu período de atuação, pois estão de tal forma entrelaçados que o fundamento central das poesias encontra eco expressivo nas características do movimento romântico, em especial na fase do ultrarromantismo, de forte teor sentimental e espiritual. Alguns dos poemas que trazem essa face são “Amor” (p. 117), “Desilusão” (p. 135), “A dor, que não tem cura” (p. 106), “Súplica” (p. 39) e “Confissão” (p. 71).

A exaltação da terra e nacionalismo, bem como homenagens a pessoas ilustres, são também temas recorrentes, comprovando o interesse em manter teias de relações que a mantivessem no meio letrado, além de ser prática recorrente entre escritores do período. Alguns exemplos são os poemas “Minha terra” (p. 30), oferecido a Francisco Sotero dos Reis, “Te-Deum” (p. 80), oferecida ao poeta Gentil Homem, “Por ocasião da passagem de Huimatá” (p. 55), dedicada ao poeta maranhense João Clímaco Lobato, entre outros.

Nesses e outros poemas sobressai, ainda, a escrita de textos de cunho nacionalista, nos quais elogia a província maranhense e a capital São Luís, como os cenários naturais, o passado de luta, a terna ligação com a própria terra e o receio em deixá-la, como nos poemas “O proscrito” (p. 104) e “Minha terra”, além dos textos dedicados aos homens que lutaram na Guerra do Paraguai (1864-1870): “Poesia” (p. 72-73), “À recepção dos voluntários de Guimarães” (p. 74-75), “Poesias” (p. 76-77) e “À partida dos voluntários da pátria do Maranhão” (p. 143), “Poesia” (p. 78-79), sobre os quais tece o elogio à resistência e almeja a preservação da memória dos que ali lutaram.

Em outros movimentos nessa mesma obra, Maria Firmina dos Reis usa da crítica velada contra a opressão patriarcal, denunciando o papel social destinado às mulheres no período, que as distanciava do ambiente público. A escritora maranhense subverte padrões estabelecidos, ao publicar seus textos em jornais e livros.

Neste período, como indica Constância Lima Duarte (2016), a participação na imprensa era pouco viável às mulheres, apesar da existência de jornais editados e destinados ao público feminino, alguns dedicados a reafirmar a cultura patriarcal, e outros permeados pela questão educacional e reflexões acerca do papel da mulher, afirmando um desejo de emancipação feminina em meio  a forças  contraditórias, ora intermediando  o  movimento  emancipatório,  ora  funcionando  como  obstáculos.

A ousadia de Maria Firmina dos Reis, ao tratar do tema da opressão feminina, demonstra a compreensão do contexto senhorial, bem como desnuda sua concepção sobre a sociedade do período em relação às mulheres, utilizando de uma “estratégia irônica”, por meio da qual se coloca em lugar subalterno para poder romper com o emudecimento imposto, lançando ao público seu livro de poesias e outras obras, como bem observa Juliano Carrupt do Nascimento (2007).

Alguns dos poemas que exprimem essa face crítica são “No álbum de uma amiga” (p. 62), “À minha extremosa amiga D. Anna Francisca Cordeiro” (p. 123), “Minha Alma” (p. 133), “Confissão” (p. 71), “Não quero amar mais ninguém” (p. 131), este último tecendo significativa relação com poemas românticos que exaltavam o amor ideal, no entanto, subverte ao ser construído com um eu-lírico feminino afirmando não querer amores terrenos, que apenas trazem sofrimentos, assegurando sua satisfação com o amor idealizado.

Nessa obra sobressai, ainda, um poema com temática indianista, “Por ocasião da tomada de Villeta e ocupação de Assunção” (p. 59), que confere à produção de Maria Firmina dos Reis mais um ponto de relação com as produções românticas nacionais, nesse poema é exaltado o caráter guerreiro e vitorioso dos indígenas. Essa produção tece diálogo com o conto Gupeva, publicado originalmente em 1861, no jornal Jardim das Maranhense, e republicado em 1863 e 1865, respectivamente nos jornais Porto Livre e Eco da Juventude.

Sobre a temática indianista, possivelmente por conta do seu sucesso no Brasil entre 1845 a 1865, a escritora também enveredou para esses escritos, produzindo e publicando poesias e o conto Gupeva, sobre os quais também imprimia um ponto de vista dentro e fora do Romantismo nacional. O indianismo no Brasil surge em virtude da busca pelo específico brasileiro, sobre o qual o índio tornou-se uma representação aceita e equiparável a personagens nobres europeus, apresentando-se com grande capacidade poética, dado que sua construção também primava pela pureza de caráter e virtudes.  Sua presença na literatura  nacional  deve-se,  ainda, à  busca  de uma  identidade  nacional  por  meio  do  estudo  do  passado  brasileiro.

Gupeva trata da história do índio, de nome homônimo ao do título do conto, e sua filha, Épica, que se apaixonou pelo marinheiro francês Gastão. O desenrolar da narrativa, como outras de Maria Firmina dos Reis, ocorre por meio de flashbacks, quando Gupeva rememora para Gastão o passado da mãe de Épica, que tinha o mesmo nome da filha. Épica (mãe) ainda jovem viajou para a França, e também se apaixona e engravida de um conde francês, que a abandonou quando soube de sua gravidez. Épica (mãe) retorna ao Brasil e casa-se com Gupeva, no entanto, ela morre ao dar à luz a sua filha.

O índio Gupeva, testemunha do sofrimento de Épica (mãe), nutre o sentimento de vingança contra os franceses, e transmite esse sentimento para Gastão que, coincidentemente, era o filho do homem francês com quem Épica (mãe) se relacionou na juventude, portanto, irmão de Épica (filha). Após o tenso encontro entre Gupeva e Gastão, que se torna um confronto entre Brasil e França e entre culturas  diferentes, tudo termina na trágica  morte  dos  três  personagens principais.

Analisando a posição de cada personagem no conto percebe-se que Gupeva, como representante dos indígenas, era um homem bom e honrado; Épica (mãe) era a vítima da vilania dos franceses; Gastão e o conde de... são a personificação de uma nação colonizadora e desonrada, que, pensando em seus próprios desejos, recai na violência.

Como narrativa épica fundadora da concepção de nação ou identidade nacional, como outras produções indianistas do período Romântico, a obra de Maria Firmina dos Reis traz a figura do colonizador francês, tão intruso quanto o português, e igualmente indesejado pelos nativos. A temática da narrativa não traz a perspectiva do encontro harmonioso entre europeus e indígenas (ZIN, 2016), mas, sim, da impossibilidade da união frutífera entre esses povos, reiterando a violência com a qual essa relação se pautou na província maranhense.

Ao propormos a interpretação produção poética de Maria Firmina dos Reis, consideramos que há certa falta do que podemos chamar de interpretações modelares ou paradigmas de análises (KUHN, 2007) de suas poesias, visto que sua produção em prosa, particularmente a antiescravista, é mais comentada no campo científico que se dedica à sua obra. Longe de isso ser um problema, mostra-se como mais uma oportunidade de apresentar as diversas faces de Maria Firmina dos Reis. Se, até o momento, não foram lançadas perspectivas que apontem profundamente o percurso do projeto literário da escritora – mesmo que haja certos padrões de análise, como projeto antiescravista, projeto nacionalista, projeto ultrarromântico – certo é que esse projeto existia, e estava de acordo com aspirações do seu período de atuação e estilo literário do período, ainda que tenham tanto a comunicar para os leitores e críticos atuais.

Neste sentido, ressalta-se a possibilidade de novos estudos da obra de Maria Firmina dos Reis, voltados especialmente para a produção poética e outros textos menos pesquisados, que ainda aguardam novas perspectivas de análise, o que implica voltar o olhar para o muito que ainda há para conhecer e para o que voltou a circular apenas neste momento, como seu livro de poesias e o conto Gupeva, igualmente passíveis de (re)leituras pautadas no contexto atual. 




"As meninas"de Lígia Fagundes Telles 


A literatura de Lygia Fagundes Telles é pautada pelo realismo intimista, em que o senso de realidade é norteado por acontecimentos, visões e modos de narrar ofertados por sujeitos particulares. Nesse sentido, a narrativa polifônica de As meninas (1973) é o modelo de excelência para comprovar essa afirmação, na medida em que nela tanto o viés realista quanto o intimista são explorados em mais alta potência, ambos coexistindo sensivelmente. As meninas que intitulam este terceiro romance da autora paulistana são as amigas Lorena Vaz Leme, estudante de Direito, de comportamento guiado sobretudo pelo ideal romântico de feminilidade, Lia de Melo Schultz, a subversiva militante de esquerda que estuda Ciências Sociais e a absolutamente linda Ana Clara Conceição, estudante de psicologia assombrada pelo passado marcado por abusos sexuais e pelo presente dominado pelo uso de drogas. Em 1969, ano em que os acontecimentos se passam, as três vivem no Pensionato Nossa Senhora de Fátima, ao redor do qual ronda o espectro da ditadura militar brasileira, até infiltrar-se de maneira irreversível e direta nesse espaço e na vida de suas habitantes.

O livro merece constar entre os mais ousados da literatura brasileira, em primeiro lugar porque discute e relata explicitamente a barbárie dos porões da ditadura enquanto esta ainda estava em vigor no país, reproduzindo corajosamente, e pela primeira vez na ficção do Brasil, um depoimento de tortura de um preso político. Aliás, a razão pela qual As Meninas escapou da censura é, no mínimo, curiosa: segundo a própria Lygia (conforme consta no documentário “Lygia, uma escritora brasileira”, produzido em 2017 pela TV Cultura), o censor responsável por avaliar o romance achou-o tão enfadonho que não passou da leitura de suas primeiras quarenta páginas – ainda bem. Assim, os efeitos da intervenção do regime político na vida individual da burguesia paulistana são amplamente questionados através da íntima trajetória das três amigas no intervalo de tempo em que a história acontece. Ainda que a opressão as afete de maneiras e com forças distintas, considerando as próprias diferenças de personalidade das meninas, o autoritarismo constitucionalizado as cerceia com igual eficiência, mantendo-as em um mesmo cativeiro.

Ali interrogaram-me durante vinte e cinco horas enquanto gritavam Traidor da pátria, traidor! Nada me foi dado para comer ou beber durante esse tempo. Carregaram-me em seguida para a chamada capela: a câmara de torturas. Iniciou-se ali um cerimonial frequentemente repetido e que durava de três a seis horas cada sessão. Primeiro me perguntaram se eu pertencia a algum grupo político. Neguei. Enrolaram então alguns fios em redor dos meus dedos, iniciando-se a tortura elétrica: deram-me choques inicialmente fracos que foram se tornando cada vez mais fortes. Depois, obrigaram-me a tirar a roupa, fiquei nu e desprotegido. (p. 148, 2009)

Ao ser questionada quanto ao caráter subversivo do romance, a autora respondeu: “E como eu poderia escrever um romance morno em pleno ano de 1970? Comecei a planejar o texto em 1970. Somos testemunhas e participantes deste tempo e desta sociedade com todos os seus vícios”¹. A obra de Lygia é de fato um testemunho ardente de seu tempo e de todas as questões levantadas e abafadas por ele. Por meio das vozes de Lorena, Lia e Ana Clara, são colocados em pauta assuntos até hoje polemizados, como a emancipação sexual feminina, a homossexualidade, o uso de drogas e o papel do militarismo dentro do Estado.

Em segundo lugar, a obra é ousada também na forma. Além das protagonistas que assumem a narrativa pelo fluxo de consciência, há um quarto locutor que alinhava o discurso das três, observa e une os pensamentos, falas e ações das personagens, com a acurácia típica do narrador lygiano. Assim, as vozes das meninas se misturam, alternando-se sem aviso prévio, reforçando pelos seus próprios discursos a identidade de cada uma delas. Tal alternância frenética, e às vezes inesperada, faz com que o tempo do romance atue de modo muito particular, diferente do tradicional. Os dois dias do enredo parecem semanas, pela intensidade que seus episódios ganham através dos fluxos de consciência orientados pelo discurso indireto livre (também característico dos textos de Lygia). Daí a noção de narrativa fragmentada, fracionada por três narradoras tão dissemelhantes. Nesse sentido, a estrutura aparentemente caótica e confusa sobre a qual o livro se sustenta é dada justamente como reflexo do caos instaurado num país sob o jugo ditatorial, que o desestruturou em níveis culturais, sociais e privados. Essa foi a maneira com que a autora magistralmente uniu o discurso particular ao coletivo, potencializando as ações individuais ao contexto comunitário e vice-versa, como acontecia de fato na época em que qualquer ação individual poderia ser questionada em termos comuns. O que ocorre, então, é que essa fragmentação reproduz a realidade política na qual a subjetividade era ameaçada pela tirania.

Ser ou estar. Não, não é ser ou não ser, essa já existe, não confundir com a minha que acabei de inventar agora. Originalíssima. Se eu sou, não estou porque para que eu seja é preciso que eu não esteja. Mas não esteja onde? Muito boa a pergunta, não esteja onde. Fora de mim, é lógico. Para que eu seja assim inteira (essencial e essência) é preciso que não esteja em outro lugar senão em mim. Não me desintegro na natureza porque ela me toma e me devolve na íntegra: não há competição mas identificação dos elementos. Apenas isso. Na cidade me desintegro porque na cidade eu não sou, eu estou: estou competindo e como dentro das regras do jogo (milhares de regras) preciso competir bem, tenho consequentemente de estar bem para competir o melhor possível. (p. 191-192, 2009)

As protagonistas têm modos diferentes de reagir em relação às condições que lhes são impostas. Lorena, que permanece dentro de seu quarto durante a maior parte da narrativa, projeta no exterior o que lhe é interno, esperando que um dia seus sonhos romanticamente idealizados possam ser realidade. Lia, por sua vez, transforma a revolução social em ideal pessoal, colocando sua trajetória particular em prol daquilo que considera o bem comum, em movimento oposto ao de Lorena. Já Ana Clara se mantém à margem, à deriva das manifestações coletivas e em constante fuga dos próprios sentimentos, atingindo esse grau de alheamento pelo uso excessivo de narcóticos e bebidas. No entanto, ainda que seja possível reconhecer os posicionamentos peculiares a cada uma delas, as meninas não são personagens caricatas. A recatada e infantil Lorena coloca em jogos temas considerados subversivos e toma as rédeas de situações complicadas de forma madura, a Lia rebelde é romântica em muitos pontos, sobretudo no que diz respeito ao relacionamento amoroso com Miguel, e a sublime Ana Clara carrega sobre as costas as consequências grotescas do vício. Lygia Fagundes Telles descreve a sobrevivência resistente de seres políticos, sim, mas antes de tudo subjetivos e em primeiro lugar, mulheres, em meio às mudanças decorrentes da política ditatorial que fortaleceu a repressão sobre indivíduos já reiteradamente reprimidos.

Desse modo, a autora questiona os tradicionais estereótipos que recaem sobre o sexo feminino, adentrando a complexidade e as contradições naturais dessas personagens, como se elas fossem pessoas reais, com vícios e virtudes. Por isso é tão difícil acompanhá-las de maneira tão íntima – e até mais difícil nos despedir delas. O final do buildungsroman é emblemático, na medida em que demonstra que as protagonistas deixaram de ser meninas para tornarem-se algo a mais, menos exemplares e mais velázquianas, unindo em um só quadro luzes e sombras que selam sua formação.  TELLES, Lygia Fagundes. In: Personagens gostam da vida, como nós. O Estado de São Paulo. Caderno 2.




"Entre a espada e a rosa"de Marina Colasanti


O livro conta a história de uma princesa que é forçada por seu pai, o rei, a casar com um homem poderoso para selar uma aliança política. Ela, no entanto, não deseja esse casamento e, em seu desespero, uma mágica acontece: ao acordar, ela descobre que uma barba ruiva cresceu em seu rosto. Usando essa transformação para escapar do casamento arranjado, a princesa é expulsa do palácio e decide partir em busca de liberdade.

No meio de sua jornada, ela enfrenta dificuldades por não ser aceita nem como mulher, nem como homem, por conta da barba. Para sobreviver, ela se disfarça como guerreiro, vestindo uma armadura e se tornando um combatente habilidoso. Em suas aventuras, ela conquista a confiança e a amizade de um jovem rei, com quem luta lado a lado, escondendo sua verdadeira identidade.

Com o tempo, o rei começa a desenvolver sentimentos por seu companheiro de batalhas, sem saber que ele é, na verdade, uma mulher. Quando finalmente é forçada a revelar sua identidade, a princesa descobre que sua barba havia se transformado em rosas que murcham com o tempo, deixando seu rosto limpo novamente. No momento decisivo, ela se apresenta ao rei como mulher, e o desfecho sugere um final cheio de esperança e novas possibilidades.

Pontos principais:

  • Início: A princesa é forçada a um casamento arranjado.
  • Desenvolvimento: Para escapar, ela transforma sua aparência e se torna um guerreiro disfarçado.
  • Clímax: O rei se apaixona pelo guerreiro sem saber sua verdadeira identidade.
  • Desfecho: A princesa revela quem é, transformando a história em uma reflexão sobre identidade e liberdade.

O livro explora temas como liberdade pessoalidentidadecoragem e a busca por um propósito que vá além das expectativas impostas pela sociedade.


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